RockCordel - O Arlequim Faz o Público Rir.


Mágico... Foi mágico aquilo alí... O público ria, dançava, ouvia atentamente os arranjos firulados do bloco progressivo. Crianças acompanhadas dos pais estavam lá... A moçada rock pulou tanto que afundou uma grade de ventilação no piso do teatro. No palco o Arleca fazia chover distribuindo trovoadas... Pra se ter uma idéia, teve versos de Shakespeare e do Patativa do Assaré declamados ... Ver gente cantando "Fantoches" arrepiou a banda toda. Ingressos esgotados logo de início, fila de espera comprida.. No meio do show o Jofran (produtor do Centro Cultural) chama o Paccelli na lateral do palco... "Será que vai pedir pra gente parar de tocar??? o que foi que a gente fez???", pensava o guitarrista. O Jofran grita pra ser ouvido sob a montanha de distorção que rolava no momento: "Paccelli, anuncia que o Arlequim vai tocar de novo em março..."... Pois é . O Centro Cultural já agendava uma outra performance em março.... A banda já aceitou e, inquieta que só ela, já pensa em novidades cênicas... Mas deixa quieto. Agora a concentração é pra Praça do Rock, Carnaval 2008.
Muito obrigado a todo(a)s pelo carinho, pela alegria, pela confiança. O que o Arlequim tem de mais caro não são suas pedaleiras nem equipamento de palco (que são caríssimos mesmo): NOSSA FORTUNA É NOSSO PÚBLICO...
em breve as fotos e novos mp3 pra downloads


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Um ano de "Artista Destaque" no Garagem MP3


A gente nem acredita que daqui a dois meses completa um ano. Pois é. Um ano atrás a gente procurava um canto pra hospedar dois demos da banda. Coisa sem pretensão, gravação caseira, um deles apenas um fragmento. Achamos o Garagem MP3 e lá colocamos as músicas. Nem nos preocupamos com fotos ou outras firulas já que a intenção era disponibilizar aos amigos do Sertão alguma amostra que explicitasse a sonoridade do Arlequim. Dois dias depois o Paccelli foi lá pra, pelo menos, colocar o desenho do Arlequim e sua lágrima. Qual não foi a surpresa ao se deparar com o selo "artista destaque". Como era possivel??? o Garagem é um SITE NACIONAL. Lá está um monte de gente do país todo, muitos semi-profissionais e profissionais. Escrevemos para a organização do site que nos respondeu dizendo que uma comissão ouvia os trabalhos postados e destacava os principais. Daí o selo. Mas avisava que podia ser temporário. Que a medida que fossem aparecendo outros trabalhos o selo seria redistribuido. LÁ SE VAI UM ANO E O ARLEQUIM MANTEM O STATUS DE "ARTISTA DESTAQUE". Coisa boa pra gente que rala e muito.

clique aqui e leia o post original daquela época com o e-mail do Garagem.

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Inacreditável: Um Arlequim na malhação


Se fosse a Samara que é fissurada nesse lance de se cuidar e tudo o mais, ainda vá lá... Mas não. E também não é o Paccelli que já se conformou com suas formas abauladas. O fato é que tem um Arlequim se desfazendo em suor em uma academia de musculação local. O dito moço passou os últimos meses enchendo o balde de cervejas, comendo até pedras e agora quer recuperar a boa forma em poucos dias pra aguentar o rojão até o Carnaval.
Quem é????
Olha a gente é muito ético entendendo que a vida particular de cada um é sagrada. Se o cara que toca contrabaixo, na formação de palco da banda se coloca no meio do palco e faz o curso de História quer se matar numa esteira o problema é dele e não seremos nós, Paccelli, Samara, Jefferson e João Paulo que vamos ficar aqui a dizer nomes. Tudo em segredo...

HUAHAUHAUAHAUHAUAHAUAHAUAHAUHAUAHAUHAUAHAUAHA....

Correndo contra o relógio...

Compromissos pessoais que atingiram todos os membros da banda deixaram um calendário de ensaios super apertado neste começo de 2008. O tempo tem de ser bem aproveitado. Para tanto a banda desmontou o set de ensaios no NEC e se transferiu para local desconhecido e ignorado ... hehehehe... Pelo menos por enquanto pois o "barulho" já deve ter indicado a todos onde o Arleca experimenta seus sons...
Para o show "Germin'Roll" (Centro Cultural do Banco do Nordeste - Sousa), 2 dias para montar duas novas músicas e mais dois pra repassar todo o repertório. Descanso rápido após o show e uma maratona infernal de oficinas pra modelar o Carnaval. Sobre esse último, aguardem detalhes.

Germin'Roll - O Show

Amigos e Amigas

O Arlequim Rock’n’Roll Band se apresenta nesta quinta-feira, dia 17 do corrente, no Centro Cultural Banco do Nordeste (Sousa) dentro da programação da edição 2008 do RockCordel.O “Germin’Roll” é um show montado especialmente para o evento e tem características bem peculiares. A intenção da banda é mostrar ao público presente que é possível fazer o mais puro Rock’n’Roll adequando-o a características regionais sem abrir mão da sonoridade típica que emana das guitarras, contrabaixo, teclados e bateria. Em outros termos, serão feitas incursões à música nordestina, mas sem a utilização de instrumentos típicos desta musicalidade (exceção feita a um breve arranjo de flautas).
Segue o programa do show com alguns cometários.


“Germin’ Roll”
“Da terra não germina apenas a saciedade, mas também a música, pois que
não se quer só comida”





1 – Abertura: Beira-Mar de Guerra (Paccelli Gurgel)

O tom sombrio do sintetizador e os arranhos incidentais de contrabaixo marcam esses versos em decassilabos, cantados em formato de Beira-Mar, estilo bem comum nas cantorias de Pé-de-Parede. Somente esses instrumentos acompanham a voz nessa viagem do Paccelli Gurgel, autor da letra e da melodia.

2 – Medley Estradeiro - (Jumping Jack flash - Jagger/Richards / Cocaine
- J. J. Cale / Jailbreak – AC/DC / Born on The Bayou - John Fogerty).

Incidências: Acauã (L. Gonzaga) / Ponteio de Viola (domínio público)

Medley bastante conhecido no repertório da banda, traz a noção de liberdade na forma das motocicletas estradeiras. É o reconhecimento do Arlequim ao estilo de Rock'n'Roll que lhe é característico (junto ao Progressivo): o Hard Rock Tradicional. No meio da peça tem mais um verso de "Beira Mar de Guerra", além da incidencia de "Acauã" executada pela guitarra solo. E falando em solo, o medley finda com um ponteio de viola de domínio público inserido em "Born on The Bayou" clássico do Rock Rural do Creedence Cleareater Revival.


3 – Time / Breathe - (Gilmour-Waters – Wright – Mason)

Pode chover e trovejar e essas músicas não saem do repertório... heheheheh... O arrastar das horas, dos dias e dos anos a determinar a finitude de tudo e de todos


4 – Invernia: Uma Canção Progressiva em Três Movimentos (Paccelli Gurgel)

Mais uma viagem do Paccelli. Composta para o Spyros e por esse grupo executada pela primeira vez, essa música é fortemente marcada por arranjos progressivos, e dividida em três movimentos, como explicita o título. O tema central se remete a uma noite de chuva sentida a partir de um sonolento sertanejo em sua rede. É bem "RogerWateriana". Destaque para a cantiga de viola (2º movimento) e os solos viajantes.

5 - Medley da Terra (Morte e Vida Severina - Chico Buarque / Disparada -
Geraldo Vandré / Herdeiro do Pampa Pobre – Gaúcho da Fronteira).

Medley arranjado pela banda, aborda a questão do usufruto da terra no Brasil a partir de 3 clássicos da poesia constestatória. Os arranjos inicialmente progressivos se trasnformam no mais puro hard ao final da peça.


6 – Martelo Apocalíptico (Paccelli Gurgel)

Outra alucinação do Paccelli Gurgel. É um Martelo em Decassílabo, gênero bem nobre da Viola de Cantoria. Mas não se engane: o desvairado arranjou a coisa nos moldes do mais puro, sombrio e violento METAL. A letra é simplesmente APOCALIPTICA, quase declamada em tom bem baixo e sob um alucinante conjunto de riffs martelado no juizo de todo mundo pelo acompanhamento de uma bateria extremamente impactante. O peso e a densidade da música é interrompido lá no meio por um solo progressivo, composto em modal e de melodia tipicamente nordestina... Mas de uma tristeza de dar dó. Coisa ligeira e logo se volta a pegada principal. Segundo o João Paulo (bateria) essa música vai ser a queridinha da garotada metaleira. Realmente a melodia é cavernosa....

7 - Blues Up - (Paccelli Gurgel)

Outra do Paccelli, o "Blues Up" é tocada pela banda desde os primeiros tempos. A novidade é que a letra foi ampliada. O mote da música está na falsa impressão que todo blues tem de ser necessariamente melancólico. Esse é bem animadinho.

8 – Saga Insana – (Gilberto Álvares)

Música do Gilberto Álvares popularizada no repertório do Apocalipse. O Arlequim deu-lhe uma nova introdução onde no riff de entrada a guitarra solo faz umas firulas. O andamento da música foi acelerado um pouquinho deixando-a mais balançante. O Gilberto, nesta letra, trata da depredação do Planeta, das guerras e da incompreensão do Homem Moderno diante das coisas da Existência.

9 – Modus Vivendi – (Gilberto Álvares/Kleber)

Super clássico do Apocalipse, essa dispensa comentários. Foi mantido o arranjo original com um pequeno acrescimo no solo da guitarra, o que a diferencia da gravação orginal do CD (do Apocalipse, claro.)

10 – Medley Cajazeiras, O Sertão e o Mangue (Heavy Metal do Senhor -
Zeca Baleiro / Saora – Elinaldo “Naldinho” Braga - Quando a Maré
Encher
- Nação Zumbi)
Incidência: solo de Acauã (Quinteto Violado)

Esse medley nasceu de uma brincadeira nos primeiros tempos do Arleca e se tranformou na música mais pedida dos shows. Uma viagem do Sertão ao Mangue (beat), cheia de efeitos e com uma incidência muito especial: O solo de "Acauã" extraido da versão "armorial" do Quinteto Violado na década de 70.


11 – Fantoche - (Paccelli Gurgel)

Música de encerramento, composição do Paccelli Gurgel, é um "hardão" PEGADOR com um refrão "grudento". O autor devia estar (pra variar) puto com tudo e todos quando escreveu essa letra. Ela ironiza o país e sua "volubilidade", e , enquanto brasileiro, assume a condição de palhaço de uma elite descomprometida com o bem-estar da nação. Desce a lenha no povão e em sua "lúdica alienação", participantes passivos do "pão e do circo".

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De Volta a Net... Êita saudades...

Caros Amigos e Amigas
Em setembro a gente resolveu se recolher, dando um tempo na mídia virtual e mesmo abrindo mão de determinados convites pra apresentações. A coisa tava pesada. O "buxixo" é uma troço muito legal. Mas põe um responsabilidade danada nos ombros de todo mundo. A gente tava cansado. A luta não era fácil. Além das dificuldades materiais enfrentadas no início dos trabalhos (que é de domínio público) tivemos de encarar o escárnio de quem não acreditava na proposta (nem no Rock'n'Roll). O tempo calou essas pessoas. Nunca nos arvoramos capacidades nem caimos na esparrela do estrelismo flatulento. Sempre assumimos que somos todos amadores com não poucas limitações técnicas. Músicos melhores que os do Arlequim temos as pencas em Cajazeiras e no Sertão, graças a Deus. Sempre soubemos disso e pra falar a verdade não nos incomodamos nem um pouco com o fato. O lema é fazer um pouquinho de cada vez MAS FAZER BEM FEITO. Apresentações com RESPONSABILIDADE, leves e divertidas pra todos.
Mas não pensem que esses meses "desaparecidos" foram de tédio e preguiça. Continuamos ensaiando, experimentando, buscando equipamentos, remontando repertórios de forma a ter sempre algo pronto para todo tipo de evento. Também nos ocupamos compondo uma coisinha aqui outra acolá. Pois é. Peças autorais aparecem com mais frequência no set list. Mas continuamos a obedecer a diretriz geral que até aqui nos conduziu: RELEITURAS OUSADAS E BEM HUMORADAS que é a cara dessa banda, malandra como personagem que lhe emprestou o nome, o Arlequim.
O Blog está atualizado. Tem novos artigos na secção "É Bom Que se Saiba..." (não deixe de ler). Novas fotos lá em "Imagens". Em janeiro, antes do carnaval portanto, novos demos disponibilizaremos para downloads. Tem tambem o mural aí do lado onde poderemos conversar sempre. Deixe seu recado, seu desaforo, sua dúvida. Afinal,
O Palhaço está de volta à Praça....


Samara, Diego, Jefferson, João Paulo e Paccelli

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Germin'n Roll - O Arlequim no RockCordel

Agendada para o dia 17 de dezembro a participação do Arlequim nesta edição do RockCordel, evento promovido sazonalmente pelos Centros Culturais do Banco do Nordeste. Terceira vez que a banda toca em apresentalçoes ligadas à instituição (sim... no I Rock na Rua o Arlequim foi atração patrcocinada pelo Centro), desta vez o show está pra lá de conceitual com fortes traços regionais em respeito ao desenho do evento. Mas que fique claro: faremos Rock'n'Roll. Nos debruçamos sobre as coisas da terra sim, mas sem exotismos que descaracterizem o trabalho do grupo. Afora as flautas, nenhum "instrumento exótico" será levado ao palco. Nada de chocalhos, chifres de boi ou ósseas queixadas. Vamos tirar sons do Sertão mas de dentro de nossa própria instrumentação. E pode? Claro que pode. Você nem imagina como fica um decassílabo, um Martelo mesmo com suas especificidades de métrica e desenho melódico tradicional inserido em uma moldura do mais puro Metal... heheheheh... E já pensou em uma noite de chuva no Sertão cantada de forma PROGRESSIVA COM GUITARRAS E SINTETIZADORES????? Vái lá tirar a prova. ... O nome do show é "Germin'n'Roll"... Depois a gente explica...

Contando Moedas e Multiplicando Pães...

E o que a gente não faz de milagres com a pouca grana dos cachês... Gerenciamento é o segredo. Depois de apanhar um conjunto completo de microfones, pedestais e estantes de partitura (que a gente não lê...elas servem pras letras e pros cigarros...) metemos a mão em um conjunto de pratos de bateria (ô Japa.. diz a marca daquelas merdas... negócio caro danado...) e compramos a bateria do Apocalipse. Pelo menos metade dela... hehehe ... agora somos sócios do Gilberto. É uma bateria do caral... a despeito da idade. Toda de acrílico, 4 tons, com um prato de condução Zildjan. Só não tem o banquinho que um filho da puta afanou de dentro da casa do Pacceli que caiu na besteira de emprestá-lo com autorização do dono Na época a gente não era proprietário da bateria e o Naldinho (um dos donos do instrumento) autorizou o empréstimo. Fosse hoje a coisa seria diferente. ... ááá seria... Mas deixa pra lá... De forma que continuamos a construir nosso material A DURAS PENAS. O próximo alvo é um cubo amplificador de contrabaixo. Mas esse a gente acha que vai montar a partir de uma mesa de som pequena, uma máquina amplificadora pesada e uma caixa com sub-woofer. Nossa intenção é montar um pequeno som que possibilite alem dos ensaios, apresentações em locais de pequeno porte sem que se precise alugar a sonorização. No caso do baixo é essencial MUITA POTENCIA pois os sons graves são os que primeiro morrem em locais abertos. O dinheiro é curto, mas administrando legal dá pra fazer algo e ainda sobra grana pra uma farra ou outra pra relaxar...

Timbres

escrito por Paccelli
Muito legal perceber que as características tímbricas da banda se configuram de forma clara com o passar dos meses. Os amigos e amigas lembram que a Samara tinha apanhado um Boss GT-8. Pois bem. Esses meses todos a gente rodou aqui numa alquimia de sons procurando um configuração ideal. Chegamos bem perto. A linha condutora das distorções determinadas na pedaleira é o velho, bom, violento e sem besouros OVERDRIVES. Usamos esses timbres no último show e é uma PANCADA. As duas guitarras tocando em uníssono FICAM ASSASSINAS. É que nos últimos tempos (e no meu caso) tenho usado o S3, que ficava no set de efeitos sempre desligado (na imagem é aquela caixinha preta circulada de amarelo). Dei uma guaribada no danado, meti ele no loop da ME-8 ( não confundir com a GT-8) e ... VOILA... E como estou pensando em usar a Tagima T-Zero em algumas músicas mais pesadas, então meu compadre, vai ser uma loucura essa parede sonora. Aguardem ... hehehehehe.

I Rock na Rua

Nossos cumprimentos ao pessoal de Sousa que promoveu o evento (no último dia 15). A estrutura montada era super-profissional, um exemplo para muitos. O palco era amplo e confortável e a sonorização excelente. Estranhamos um pouco os retornos auriculares, mas no fim deu tudo certo. Foram postas a prova algumas novidades. Incursões em outros estilos do Rock'n'Roll (foi o caso de "Shout" do Tears for Fears, ícone do New Wave). EXCELENTE A RECEPTIVIDADE. Também alí o Jefferson praticamente estreou aos teclados pois no show "Sons e Circos" no Centro Cultural Banco do Nordeste, em setembro passado, o dito teclado pifou bem no comecinho do show. Parabens ao Jefferson pelo esforço em descobrir as manhas do instrumento. Finalmente, depois de uma longa espera, "Confortably Numb" está em definitivo no repertório já que sem os sintetizadores era impossível reproduzi-la. O problema dessa música é fazer o Paccelli parar de solar. AFFFF .... cara chato.

Paccelli escreveu:
Resolveram pegar no meu pé, puta que o pariu... VOU IMBORA DESSA MERDA: GUITARRISTA PROCURA UMA BANDA ... E UMA ALÇA DE GUITARRA COM PADRÃO OFÍDICO.

Nota de Agradecimento


Gostaríamos de efusivamente agradecer ao cara (ou dona) que afanou a alça da guitarra do Paccelli ao fim da apresentação da banda no I Rock na Rua, realizado no dia 15 de dezembro na cidade de Sousa. Estamos falando daquela alça RIDÍCULA ornamentada com couro da cobra que o citado guitarrista adquiriu e ostentou nos últimos meses para total constrangimento do restante da banda. Por favor, quem pegou a alça NÃO DEVOLVA EM HIPÓTESE ALGUMA. Agora é torcer para que o Paccelli tenha evoluido em matéria de alças de guitarras e compre uma outra menos horrorosa e mais aceitável aos Cristãos de Bem e Bom Gosto.

ass. Diego, João Paulo e Jerfferson

(a Samara não quis assinar mas disse em off
que apoia a inciativa desta nota).


Paccelli escreveu:
vão todos tomar no ....

Shows


Coisa de louco, mas a gente tá feliz. Uma agenda meio complicada se tudo der certo. Confirmado mesmo de rocha o show no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Sousa. Mais ou menos assim:



Arlequim Rock'n'Roll Band

apresenta o show

"Sons e Circos"

dia 05 de setembro, 20:00hrs
Centro Cultural Banco do Nordeste
Sousa - PB

A entrada é gratuita. Mas é complicada pois a distribuição dos ingressos é feita NA HORA DO SHOW e os caras são rigorosos: marcam uma quantidade de público e não abrem um prego.
Redesenhamos o repertório (veja o programa lá embaixo) em seus arranjos de forma a adequá-lo a um ambiente fechado, teatro mesmo. Muito do repertório antigo, mas coisas novas tambem. O show, por exigência da instituição deve durar em torno de uma hora e não passar disso. Como todos sabem do repertório longo da banda, foi foda cortar música. Mas ficou legal o programa......
Não confirmado mas na agulha temos uma proposta para show na calourada da UFCG, campus de Patos, em outubro show no campus central da UFCG em Campina Grande e um convite ainda informal para participar em outubro também do evento comemorativo aos 10 anos da Rádio Oeste, aqui em Cajazeiras. Tá apertado, mas tudo bem. Afinal, a gente entrou na chuva pra se molhar não foi mesmo???
Abraços aos Amigos e Amigas

ps - esperamos que estejam gostando da nova seção do Blog, o ARLEQU-IN-DICA. Se você ainda não conhece é so olhar nos links ai no lado esquerdo superior desta página. Vai lá que vale a pena.


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"Sons e Circos"

programa


(Abertura – tema: Musique de Cirque)

“... senhora e senhores... neste circo o som substitui o pão...”

I Ato

1 – Medley Estradeiro - (Jumping Jack flash - Jagger/Richards / Cocaine - J. J. Cale / Jailbreak – AC/DC / Born on The Bayou - John Fogerty).
Incidências: Acauã (L. Gonzaga) / Ponteio de Viola Caipira (domínio público)

“A motocicleta devora distâncias. A jaqueta de couro negro se confunde com o negro da pista... No velocímetro a liberdade é medida em quilômetros por hora enquanto os conceitos e valores se confundem ao vento...”.

2 – Time - (Gilmour-Waters – Wright – Mason)

“O homem se debate no tempo, os ponteiros do relógio esquálidas adagas de metal a cortar os dias e as horas, enquanto a carne se desfaz ainda em vida e os sonhos sem corpos se depositam na eternidade...”

3 – Another Brik in The Wall - (Waters)

“Somos livres quando pensamos? Que muro é esse que se constrói ao nossa redor com tijolos feitos de carne e osso, as mentes desenhadas nos bancos das escolas...”

II Ato

04 – MP Blues Medley (Down em Mim – Cazuza e Frejat / Vapor Barato - Jards Macalé e Wally Salomão)

“A solidão no meio da multidão… Encontrar o avesso no espelho do banheiro e duvidar do direito…”.

05 - Blues Up - (Paccelli Gurgel)

“O bar escuro e esfumaçado ... a guitarra plangente e rascante... a coreografia sensual, quase erótica, desmente a nostalgia que dizem presente em todas as formas de blues...”

06 - Stand By Me (Ben E. King) / Have You Ever See The Rain (J. Fogerty)

“Por favor, fique junto de mim… E juntos vamos olhar a chuva, contar os pingos que alimentam as poças, espelhos nas ruas de nossas almas…”

07 – Telegrama - (Zeca Baleiro)
Incidência: Voodoo Child (Jimmy Handrix)

“As vezes acordamos felizes sem saber a que se refere o termo. Mandar flores a quem oprime é conseqüência desse raro Estado de Graça...”


08 - Medley ST (Morte e Vida Severina - Chico Buarque / Disparada - Geraldo Vandré / Herdeiro do Pampa Pobre – Gaúcho da Fronteira).

“A quem pertence a terra? De quem é a posse dos seus frutos? Quem se apropria do trabalho? Quem alimenta a fome de chão? Ao fim , a cova rasa, a parca parte que lhe cabe deste latifúndio...”

III Ato

09 - Surfando Karmas & DNAs - (Humberto Gessinger)

“ Viver é o insano intento de se libertar do que já vem determinado no Karma e impresso no DNA”

10 - Alvorada Voraz - (Luiz Schiavon/Paulo Ricardo/Paulo Pagni) / Revoluções Por Minuto -(Luiz Schiavon - Paulo Ricardo)

“O Estado de farda... A fala morta, a ideologia torturada nos escuros porões de uma Inquisição Política. De Brasília a mordaça. Do Planalto, o moderno e não menos vil açoite... Que se calem os corações, que se obscureçam as mentes...”

11 – Hoje - (Marcelo Nova)

“Onde está a festa? Onde está o carnaval? Sem confetes a realidade é dura, em nada parecida com o que se tenta impingir aos incautos... Não há mais festa... Nem Carnaval... Fomos enganados.”



12 - Veraneio Vascaína (Renato Russo/Flávio Lemos)

“Em nome da lei e da ordem se dão à prerrogativa de determinar o Bem e o Mal de dentro de um carro estampado de símbolos... Ele próprio, o símbolo do medo ...”

13 – Chacais - (Gilberto Alvares)

“Por séculos e séculos eles foram os senhores das pedras atiradas… A sombra do capuz não permite vislumbrar as faces iluminadas pelo brilho fanático dos olhares penetrantes de quem se arvora Senhor de Todas as Verdades…”


IV Ato - encerramento


14 – Medley Cajazeiras, O Sertão e o Mangue (Heavy Metal do Senhor - Zeca Baleiro / Saora – Elinaldo “Naldinho” Braga - Quando a Maré Encher- Nação Zumbi)
Incidência: solo de Acauã (Quinteto Violado)

“Cajazeiras é o Sertão... Correr de Cajazeiras ao mar é romper serras e tabuleiros até a lama do mangue...”


15 – Fantoche - (Paccelli Gurgel)

“O circo tem a lona verde e amarela... Seu picadeiro é vasto e inóspito. Todos são palhaços, fantoches, rindo de sua própria desgraça...”