"Echos" do Fim de Semana

Muito produtivo o fim de semana. É de se registrar a qualidade dos ensaios. O problema das guitarras, finalmente resolvido com as definições dos timbres para o novo equipamento. A gente já tinha na cabeça o que queria de sonoridade pois lá se vai mais de um ano de existencia da banda. O foda foi que mudamos quase que todo o equipamento do naipe de guitarras. E aí tivemos de refazer - recuperar - todos os timbres. Conseguimos, finalmente, nesse fim de semana. Os ensaios mostraram a pancada de som que ficou: pegador e nítido. Muito interessante e produtivo tambem o encontro com o representante do Banco do Nordeste Cultura. Foi discutida a possibilidade de uma apresentação na inauguração do Centro Cultural da instituição. Entregamos nosso material promocional e vamos aguardar o resultado. Falando de material promocional, repomos o estoque de cartazes e panfletos contendo o "Manifesto Arlequim". A Netline Informática manteve o patrocínio dos panfletos, pelo que a banda é agradecida a Fábio e Priscilla. Por fim, e mais legal, resolvemos que era hora de terminar de gravar - editar os dois demos que faltavam pra completar nosso CD promocional (caseiro... hehehe). E aí foi que pintou um lance muito legal. Estávamos gravando a guitarra "limpa" em determinado medley (não vamos dizer qual pra não estragar a surpresa...heheheh). Aí o Diego comenta sobre o fato de Paceelli ter usado um efeito tremolo na guitarra: "Rapaz... tá igualzinho a 'Echoes' do Pink Floyd". E começa a cantarolar a musica junto com o medley que rolava no programa de gravação-mixagem. ERA A MESMA SEQUENCIA DE ACORDES. Depois que os dois se recuperam do desmaio, o Paccelli sugere usar "Echos" como fundo incidental nesta parte daquele medley - que por si só já bem melancólico. E, vem a idéia: porque não fazer a versão em português de "Echos" e usá-la no medley em questão. Olhando a tradução da letra, o Paccelli entra em estado catatônico. A poesia de "Echos" vem reafirmar a condição do Pink Floyd como uma das bandas que determinaram a estética musical e lírica do sec. XX. Que fim de semana... ufa...

Echoes
Waters, Wright, Mason e Gilmour

Lá no alto o albatroz páira imóvel no ar
E bem debaixo de ondas agitadas
Em labirintos das cavernas de corais
O eco de uma maré distante
Vem projetar-se sobre a areia
E tudo é verde e submarino
E ninguém nos apresentou á terra
E ninguém sabe o “onde” e o “por quê”
Porém alguma coisa encara
Alguma coisa tenta
E começa a escalar em direção a luz

Estranhos que passam na rua
Por ventura dois olhares separados se encontram
E eu sou você e o que eu vejo sou eu
E eu pego você pela mão
E te conduzo pela terra
E ajude-me a entender o melhor possível
E ninguém nos chama para a terra
E ninguém passa por lá vivo
E ninguém fala
E ninguém tenta
E ninguém voa ao redor do sol

E agora este é o dia da sua queda
Sobre meus olhos acordados
Convidando e me incitando a levantar
E através da janela na parede
Atravessam em raios de luz solar
Um milhão de embaixadores brilhantes da manhã
E ninguém canta para mim canções de ninar
E ninguém me faz fechar os olhos
Por isso eu abro as janelas totalmente.


.

Um comentário:

Amanda disse...

ow povo danadu!!! do nada (praticamente) vcs tem uma ideia nova neh!!! a parte xata eh q vcs ocultaram o titulo da musica q tava sendu gravada...
mas tamu ai esperandu as novidades e as proximas apresentações hein!!!
bjuzzz a tds